De modo que o lugarejo parecia bastante encantador, pintei em uma tela de tamanho pequeno, para que ficasse mais charmoso. Como sempre digo, a moldura de um quadro é como o cabelo de um rosto bonito. Não o torna mais bonito ou mais feio, mas o valoriza em todo o contexto.
Pintar este quadro foi uma experiência maravilhosa ao passado, e um convite à relembrar que os lugares que a modernidade toca normalmente perdem o encanto. Minha maior preocupação foi conseguir fazer o expectador elevar-se à um lugar pouco visitado de sua mente, o qual normalmente a sociedade o faz julga-lo obsoleto e não importante; as nossas raízes são como guias para longevidade existencial.
A arte não se trata apenas de técnica ou academicismo, mas da nobre intenção de sublimação para almas perdidas...
http://youtu.be/rVriT8T3kmM
http://youtu.be/rVriT8T3kmM
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